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Internação Compulsória Drogas

Internação Compulsória Drogas

É possível entender a angústia de amigos e parentes que se preocupam com um dependente químico e fazer a internação compulsória de drogas as vezes não é uma tarefa fácil.. As pessoas próximas fazem muitas coisas para tentar ajudar, bem como para se proteger, mas isso parece não ter nenhum efeito no momento.

Comportamento e dependência química

Alguns podem dizer que o dependente é ruim e, com seu comportamento, manifesta isso. No entanto, se ele não aceitar a ajuda que é oferecida, não é possível ajudar contra sua vontade.

É por isso que às vezes é necessário cortar as “pontes”, o que não significa que se deva abandonar a pessoa. Simplesmente, se entende que não se pode fazer nada sem ele, nem mesmo em seu lugar.

Então, é aconselhável que se dê um passo para trás e por um lado, cuidar de si mesmo e, por outro lado, deixar a pessoa tomar ou não, as decisões que só ela pode tomar.

Drogas e seu perigo

O uso de drogas pode ter várias consequências para a pessoa, dependendo da frequência de uso, mas também de acordo com sua personalidade e os motivos que a levam usar.

Uma dependência psicológica às vezes pode aparecer, também é possível que a pessoa tenha um comportamento, reações diferentes quando não pode utilizar (geralmente, a ela fica mais irritada, mais agressiva).

Não é possível dizer se a droga sozinha leva o dependente a uma situação ruim. Muitas vezes, a drogas é uma das causas, mas não é a única. Portanto, é importante encorajar a pessoa a dar o passo de pedir ajuda, em algum lugar para falar sobre o que está prejudicando e prevenir o progresso.

Para entender sobre o processo de tratamento acesse o site da Clinica de Recuperação Grupo Casoto.

Site: https://www.grupocasoto.com.br/

Internação Compulsória quando acionar?

Muitos perguntam quando é indicado internar uma pessoa. Embora seja verdade que é possível, em situações específicas, internar alguém sem o seu consentimento. Isso é chamado de hospitalização de terceiros.

Essa alternativa é considerada quando a pessoa corre o risco de ser perigosa para si ou para outros. No entanto, esta não é uma cura para problemas de dependência.

Essa medida ajuda a deixar a pessoa “segura” no tempo que as coisas surgem, num tempo para que os profissionais façam um balanço do que está acontecendo.

Para mais informações, ou se você quiser falar sobre tudo isso, entre em contato com algumas clinicas que tratam dessa situação. Uma sugestão é o site Clinica de Recuperação Grupo Casoto que fala um pouco mais detalhadamente sobre o assunto.

1. Quais são os tipos de internação em clinica de recuperação vigentes?

A Lei 10.216/01, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtorno mental, estabelece três tipos de internação em seu art. 6º: 1) voluntária, realizada com o consentimento do usuário; 2) involuntária, realizada sem o consentimento do usuário, a pedido de terceiro; nesse caso, o responsável técnico do estabelecimento onde ocorreu a internação deve comunicar o Ministério Público Estadual em 72 horas, tanto na entrada como na saída do paciente;  3) compulsória, determinada pela Justiça.

2. O que é a internação compulsória?

A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça diante da falha dos meios de tratamento alternativos e com um laudo médico que prescreva tal tipo de tratamento, desde que inexista um familiar que possa se responsabilizar pelo dependente químico. Com isso, a internação compulsória deve ser tratada como exceção da exceção, visto que a prioridade é pelo tratamento voluntário e em meio aberto.

Ainda que haja um laudo que determine a internação, ela deve ocorrer no menor tempo possível, de acordo com a necessidade,  e a família deve ser procurada até mesmo como forma de responsabilizar-se pelo pós-internação e participar de todas as etapas do tratamento.

A internação compulsória deve ser vista sempre como última medida, dentro de um projeto terapêutico singular, ou seja, deve haver um acompanhamento anterior, em que o médico constatou a necessidade de internar a pessoa e não há familiares que poderiam solicitar tal medida, sempre com vistas a proteger o paciente e terceiros. O grande problema é que como tal determinação é sempre judicial, a alta geralmente é condicionada a uma outra ordem judicial, o que gera demora, às vezes de semanas, para a alta efetiva mesmo quando o dependente já teve alta médica.

3. Quem pode solicitar a internação compulsória e como proceder ?

A equipe médica pode encaminhar o pedido para o Ministério Público, que tem como missão juntar provas sobre as falhas do tratamento em ambulatório e justificar que tal medida, excepcionalíssima, faz sentido dentro do projeto terapêutico singular em curso. Isso, novamente, se não houver familiares que se responsabilizem pelo dependente.

4. De quanto tempo deve ser a internação de drogas?

Varia de caso a caso, mas deve acontecer dentro do período indicado como necessário  pelo laudo médico circunstanciado e mediante avaliação periódica do tratamento.  No curso da internação compulsória, o tratamento pode ser convertido em voluntário (caso a pessoa aceite) ou involuntário, caso a família seja encontrada.

5. Quem deve fazer a abordagem e remoção do dependente químico?

A abordagem deve ser realizada por uma equipe multidisciplinar, que envolve  assistentes sociais, psicólogos e médicos. Isso é fundamental para criar vínculos de confiança e restabelecer a dignidade do dependente, o que envolve encaminhamentos da área da assistência social, como local para comer, dormir, e até mesmo tratamento de problemas de saúde.


6. A Policía Militar deve participar da abordagem dos dependentes químicos?

Não. Além de não estar entre as atribuições da Polícia Militar, o uso de drogas é um problema da área da saúde, o que pressupõe uma relação de confiança e não de intimidação.

Site: https://www.grupocasoto.com.br/

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