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Como é o comportamento de um drogado?


Como é o comportamento de um drogado?

Como é o comportamento de um drogado? O dependente químico normalmente é visto como uma pessoa fraca, sem força de vontade e bom senso. E o problema quase sempre é tratado como um caso de indisciplina e até de polícia. As famílias, sem a orientação adequada e por temerem o preconceito, esforçam-se para resolver a situação usando uma abordagem ineficiente.

Não adianta esconder o problema. Fingir que a dependência não existe não a eliminará, nem os males que ela acarreta. O primeiro passo é se informar. Saber o que é a dependência química, quais são as suas principais características e como ela afeta o indivíduo é fundamental para orientar as ações.

Antes de ficar atento às mudanças e comportamentos que podem indicar o uso de drogas, se faz importante ter uma visão acerca do que se trata droga e dependência química.

Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais.

O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a ideia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais.

O que é dependência química?

Por sua vez, a dependência química caracteriza-se por alterações cognitivas, comportamentais e sintomas fisiológicos, que se manifestam após o uso repetido de drogas.

As suas causas são complexas e envolvem uma série de fatores: genéticos, psicossociais e ambientais. Muitas vezes o adicto começa a usar drogas por curiosidade, por pressão do grupo social a qual faz parte, dificuldades em lidar com os problemas, perdas, tristezas e até mesmo o êxtase do sucesso também pode levar o adicto à dependência química.

Enquanto alguns indivíduos são capazes de fazer uso ocasional de álcool, sem desenvolver a dependência, para outros, bastam os primeiros goles para perderem totalmente o controle. Isso pode ser explicado pela predisposição genética que algumas pessoas têm de desenvolver a dependência química.

Se não tratada, a dependência química é progressiva, tende a piorar os sintomas no decorrer do tempo. A pessoa passa a necessitar de doses cada vezes maiores ou de substâncias cada vez mais nocivas.

Os danos causados ao organismo são inúmeros e podem resultar em doenças pulmonares (enfisemas), do coração, dos rins e do cérebro. O adicto costuma adotar comportamentos de riscos que o levam a contrair doenças venéreas e AIDS. O uso de drogas costuma levar o indivíduo a se envolver com o crime (roubos, assaltos, etc.) o que resulta em mortes violentas e precoces.

A dependência química é uma doença complexa e, como toda doença, exige um tratamento especializado. Esse tratamento pode incluir internações em clínicas especializadas, diferentes tipos de terapias e até uso de medicamentos. O tratamento adequado pode estacionar a doença, fazendo com que o paciente possa conviver em sociedade e ter uma vida produtiva.

Características da dependência química

A dependência química é incurável, ou seja, não existe um tratamento capaz de eliminar a doença do organismo. Mas ela é passível de controle, desde que seja feito um acompanhamento constante do paciente. Além disso, é progressiva, tende a piorar os sintomas no decorrer do tempo. A pessoa passa a necessitar de doses cada vezes maiores ou de substâncias cada vez mais nocivas.

Ela também é fatal, pois os danos causados ao organismo são inúmeros e podem resultar em doenças pulmonares (enfisemas), do coração, dos rins e do cérebro. O dependente costuma adotar comportamentos de risco que podem levá-lo a contrair doenças venéreas e AIDS. O uso de drogas costuma levar o indivíduo a se envolver com o crime (roubos, assaltos etc.), o que resulta em mortes violentas e precoces.

A dependência química é uma doença complexa e, como toda doença, exige um tratamento especializado. Esse tratamento pode incluir internações em clínicas especializadas, diferentes tipos de terapias e até uso de medicamentos. O tratamento adequado pode pausar a doença, fazendo com que o paciente possa conviver em sociedade e ter uma vida produtiva.

Então, após conhecer um pouco mais acerca das drogas, dependência química e suas características, vamos às cinco dicas de mudança de comportamento que podem indicar o uso de drogas por alguém que você se preocupa. Confira! 

1. MUDANÇAS CONSTANTES DE HUMOR E MAIOR AGRESSIVIDADE

É comum ocorrer algumas alterações de humor durante o nosso dia. Algo que não sai conforme o planejado, ônibus cheio, trânsito. A mudança repentina de comportamento, quando ocorrida de forma brusca inúmeras vezes ao dia, além de ser prejudicial para as relações interpessoais, também pode indicar transtornos mentais.

É aceitável que as pessoas mudem de humor com uma certa frequência, e isso pode não ter relação nenhuma com o uso de drogas. Mas se você nota que alguém próximo a você responde com agressividade quando questionado sobre onde esteve ou quando algo estranho é encontrado entre seus pertences, preste atenção.

Muitas vezes, a irritabilidade tem mais relação com os esforços para esconder o vício do que com os efeitos da droga.

As alterações no humor repentinas também começam a ficar frequentes em usuários de drogas. Em um momento, a pessoa pode até aparentar estar calma, mas, de repente, surge uma raiva inexplicável ou uma agitação fora do comum.

Essa troca de humor, além de ser um efeito das próprias drogas, pode também traduzir uma abstinência das substâncias, e esse pode ser o momento em que o adicto se isola para consumi-las novamente.

2. ISOLAMENTO DA PRESENÇA DOS FAMILIARES E AMIGOS

Os maiores prejuízos e os primeiros problemas a serem criados pelo uso da droga são os vínculos com a família. A dependência química afeta o funcionamento do cérebro, mudando a atividade mental do usuário. Isso confunde seus sentimentos, pensamentos, consciência, julgamento e autocrítica.

Danos estes que se observam na mudança de comportamento em casa e da convivência social rotineira. O adicto torna-se desleixado, muda o horário do sono, da alimentação, perde o interesse em diversões e passatempos que faziam parte do seu dia a dia, isola-se, não consegue conversar e participar dos eventos em família, prefere os novos amigos e diversões que estejam relacionadas ao uso e fornecimento de drogas.

A família e os amigos se desestabilizam e passam a controlar o comportamento do dependente, com raiva, vitimização, chantagem, ameaças, superproteção, brigas e julgamentos. Porém, todas as tentativas são em vão.

O dependente químico nega o uso, culpa a família, a sociedade, a vida. Acha explicação e justificativa para cada erro por isso aqui na clínica de recuperação Grupo Casoto trabalhamos com a mudança de comportamentos e integração social.

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