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Como lidar com a síndrome de abstinência alcoólica

Data: 21/10/2016 Categoria: Alcoolismo / Voltar

Como lidar com a síndrome de abstinência alcoólica

Uma pessoa que ingere bebidas alcoólicas com frequência, quando deixam de consumir, entram em um estado de abstinência, conhecido como Síndrome de Abstinência do Álcool (SAA). Por isso, é comum que pessoas dependentes que estejam passando por processos de reabilitação enfrentem essa síndrome. A interrupção do consumo de bebidas alcoólicas faz com que essas pessoas sintam uma série de sintomas que caracterizam a SSA.

Os sinais causados pela Síndrome de Abstinência do Álcool variam de acordo com cada pessoa. Os graus de intensidade dos sintomas vão desde leve, passando pelo moderado até um estado grave, que inclusive, pode levar o dependente a óbito.

Dentre os principais sintomas, estão: crises de ansiedade, fadiga, alto grau de irritabilidade, depressão, nervosismo, pesadelos, distúrbios alimentares, agitação, fortes dores de cabeça, vômito, insônia, diarreia, febre, confusões mentais, alucinações, crises de pânico, tremores e agitação.

O diagnóstico de SSA pode ser feito por um clínico geral, psiquiatra, neurologista ou psicólogo. O exame físico irá analisar os sintomas descritos pelo paciente e indicar o grau de intensidade da síndrome. Para isso, é importante informar a quantidade de bebida que foi ingerida, o tempo do consumo, e quais os principais sintomas.

Saber lidar com a Síndrome de Abstinência do Álcool é um dos procedimentos mais importantes durante o processo de reabilitação de um dependente, por isso, deve ser encarado com um motivo para continuar o tratamento. Sendo assim, é fundamental saber como agir diante desses casos. O melhor a se fazer quando deparar com uma pessoa em estado de SSA, é direcioná-la para um atendimento médico.

Geralmente, um ambulatório simples é capaz de dar o diagnóstico e tratamento necessário para pessoas que apresentem um grau leve ou moderado. No entanto, casos mais graves necessitam de atendimento hospitalar, onde se tem médicos de plantão para monitorar as reações, as frequências respiratórias, a pressão sanguínea e a frequência cardíaca.

Dessa forma, é fundamental que os familiares e amigos mantenham uma relação esclarecedora com o paciente. É de grande importância que as pessoas mais próximas tenham conversas claras e objetivas com o dependente, para esclarecer dúvidas e incentivar a continuação do tratamento.

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